quarta-feira, 10 de julho de 2013

Na minha cabeceira: Muitas vidas, Muitos mestres

Gente, eu não sou de ler muitos livros. Não porque não gosto; adoro ler. Também não é por falta de tempo, mas sou super agitada e não tenho paciência. Faço mil coisas ao mesmo tempo (oi, signo de gêmeos) e com isso não termino o livro todo. Mas acabei de ler um que se chama Muitas vidas, Muitos mestres, de Brian Weiss, e adorei, de verdade.

Antes de continuar, quero dizer que, sim é um livro espirita. Sei que muita gente tem preconceito com espiritismo, até porque, eu também tinha. Achava que espiritismo era aquele tipo de "coisa" que da medo; que vai aparecer um espirito a qualquer momento; etc. Fala sobre espiritualidade de forma cientifica e sem apelar pra nenhuma religião. Muito reconfortante e esclarecedor.

O que mais curti nesse conteúdo, foram as mensagens SUPER POSITIVAS que passam pra gente, como autoajuda, sabe? Principalmente pra aqueles que sentem-se perdidos em relação a conceitos como morte, vida, objetivos de vida, esperança, fé... Este livro vai ser uma overdose de compreensão e esperança. E também de confiança de que tudo isso não é em vão.

Consegui absorver as mensagens; inserir na minha vida e olha, tá dando muito certo. Só quem ler vai saber e sentir o que tô falando. Separei alguns trechos pra vocês, vale muito a pena ler (não só ler como também colocar em prática).


"Devemos aprender a não nos aproximarmos apenas das pessoas cujas vibrações são iguais às nossas. Temos que ajuda-las com nossos conhecimentos."

"Não temos o menor direito de terminarmos bruscamente com as vidas das pessoas antes delas terem  cumprido o seu karma. Não temos o direito. Poderão ter uma maior lição se as deixarmos viver. Quando morrem e forem para a dimensão seguinte, irão sofrer. Irão ficar num estado de grande inquietação. Não terão paz. E serão mandadas de volta, mas as suas vidas serão muito duras. E terão que compensar as pessoas que magoaram por causa das injustiças que cometeram contra elas. Mas só Deus as pode castigar e nunca nós."

"Nossos caminhos são praticamente os mesmos. Todos nós devemos aprender certas atitudes quando nos encontramos no estado físico. Alguns são mais rápidos a aceitar do que outros. Caridade, esperança, fé, amor... todos nós devemos conhecer estas coisas e conhecê-las bem. Não se trata apenas de uma esperança, de uma fé e de um amor - há tantas coisas que fazem parte de cada um destes sentimentos. Há tantos modos de os demonstrar. E no entanto encontramo-nos apenas ligados a um pouco de cada um..."

"Continuamos a pedir recompensas e justificações para o nosso comportamento... quando não existem quaisquer recompensas para aquilo que nós queremos. A recompensa está em fazer, mas fazer sem esperar o que quer que seja... fazer as coisas de um modo altruísta."

"Há sete planos... sete planos através dos quais devemos passar antes de regressarmos. Um deles é o plano de transição.Nesse plano temos que esperar. Nesse plano é determinado o que é que devemos levar connosco para a vida seguinte. Todos nós teremos... um traço dominante. Poderá ser a ganância, ou a luxúria, mas seja o que for que se determine, é preciso pagar as nossas dividas a essas pessoas. Isso deve então ser realizado nessa vida. Deve-se vencer a ganancia. Se isso não for feito, ao regressar essa característica será acarretada, juntamente com qualquer outra, para a vida seguinte. O fardo passará a ser muito maior. Cada vida que se atravessa sem pagar essas dívidas fará com que a seguinte seja ainda mais dura. Se as dívidas forem pagas, a vida tornar-se-á mais fácil. Escolhemos assim a vida que teremos. Na fase seguinte somos responsáveis pela vida que temos. Somos nós que a escolhemos."

Ao longo de tudo isto encontram-se muitos conselhos práticos: o valor da paciência e de saber esperar; a sabedoria existente no equilíbrio da natureza; a erradicação de medos, em especial o medo da morte; a necessidade de aprendizagem sobre a confiança e o perdão; a importância de aprender a não julgar os outros, ou de cercear a vida de alguém; a acumulação e o uso dos poderes intuitivos; e talvez, acima de tudo isso, o inabalável conhecimento de que somos imortais.

Quem me emprestou esse livro foi minha amiga de infância, Virginia Toledo. Obrigada friend!

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